viernes, 28 de junio de 2019

De Ivete Sangalo a Maria Helena Bonilla

10 anos atrás, a única pessoa que conhecia de Salvador era Ivete Sangalo, por causa da minhas aulas de português lá na Costa Rica. Naquele momento não imaginei que acabaria sendo vizinho dela nem que estudaria na UFBA. Hoje, Ivete ignora o quem sou eu (embora eu tenha pulado detrás dela durante 3 hrs no carnaval), mas eu conheci um maravilhoso grupo de pessoas que fazem parte da minha experiência aqui em Salvador.

Ser estudante de nosso Programa me deu a oportunidade de descobrir o valioso trabalho que tantas pessoas estão desenvolvendo desde diferentes áreas de conhecimento. É um trabalho feito, na maioria dos casos, com amor, convicção, compromisso, honestidade e qualidade.

Dentro desse trabalho, desejo destacar o trabalho desenvolvido pela professora Bonilla, quem, dentro do contexto do GEC e da ética hacker, conseguiu articular uma disciplina esclarecedora sobre as relações entre as tecnologias e as mais diversas práticas sociais. Cada aula foi conduzida com criticidade sobre nosso papel dentro das mudanças sociais.

Porém, tal reflexão não pode ser feita sem a participação ativa do resto dos membros. Cada semana aprendi das intervenções dos meus colegas, dos seus blogs e das suas experiências. Juntos acrescentamos nossos conhecimentos sob o princípio da ética hacker: creatividade, cooperação, paixão e liberdade.

Gracias, compañeros y profe, por acogerme con amor, con calidez, con paciencia y con tolerancia. No hubo un solo momento en que no me sintiera bien con ustedes. Es mucho lo que he aprendido a su lado y estoy seguro de que es mucho lo que está por venir.

Abrazos


1 comentario:

  1. Que lindo David! Estou emocionada! Fico muito feliz por termos conseguido construir um ambiente de aprendizagem, de acolhida, de partilha, de alegria em nossas aulas. E isso não foi obra minha e sim de todos nós, porque esse tipo de vivência não acontece por imposição e sim vai sendo construído por cada um e por todos, ao longo do processo.
    Concordo plenamente contigo que precisamos olhar mais para nossos países, para o conhecimento que produzimos na América Latina e Caribe e valorizá-lo com muita tenacidade, pois ele reflete o que somos, o que pensamos, o que sofremos, o que buscamos. Ninguém melhor do que nós mesmos para falar de nós.
    Particularmente, me encanta tê-los aqui conosco, compartilhar com vocês, ensinar e aprender, misturar estes muito sotaques que fazem a riqueza de nosso povo; é uma forma de espraiar-nos pelo continente... juntos somos grandes, juntos fazemos coisas muito interessantes!
    Gracias pela oportunidade! bjos

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